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Eles gostam de torturar: 10 dicas de filmes e séries com personagens carrascos

dom, 12/07/09 por monet | categoria Cinema, Seriado | tags , , ,

 Por Luís Alberto Nogueira

Jogos Mortais IV - divulgaçãoJogos Mortais IV - “Você quer brincar?” Com essa frase inocente, pronunciada com a pior das intenções, o psicopata Jigsaw quer ensinar para as pessoas o sentido da vida. Promove gincanas macabras que têm como prêmio muita dor e membros amputados. No mês da estreia (na NET) do quarto filme da série que criou uma nova onda do horror explícito, lembramos de outros carrascos.

Tropa de Elite - divulgaçãoTropa de Elite - Você sabe: Capitão Nascimento, interpretado magistralmente por Wagner Moura, não dá moleza pra vagabundo. Vale até chamar o homem do saco para fazer os meliantes abrirem o bico.

24 Horas - divulgação24 Horas - Jack Bauer, o protagonista da série, faz de tudo para defender a águia americana dos terroristas: choques, pauladas e até tocar Britney Spears no último volume. E sem um pingo de arrependimento.

Louca Obsessão - divulgaçãoLouca Obsessão - Todo fã tem suas loucuras, mas Kathy Bates passa de todos os limites para ter absoluto controle do seu escritor preferido (papel de James Caan). E o sadismo de quebrar os pés dele com um martelo é a cereja do bolo.

Oldboy - divulgaçãoOldboy - No filme mais famoso da trilogia sangrenta do coreano Chan-wook Park, o cabeludo começa como vítima, sendo encarcerado por 15 anos, para depois virar o jogo. São orelhas, dentes e glóbulos vermelhos para todos os lados.

8 MM - divulgação8 MM - Nicolas Cage é surpreendido por algo que todo mundo achasse que fosse lenda: o tal do snuff movie, em que torturas reais são filmadas para delírio de sádicos de toda espécie. Acaba caindo no submundo para descobrir quem são os cineastas amadores e a loucura que os move.

Cativeiro - divulgaçãoCativeiro - São as voltas que o mundo dá. Quem diria que a filha de Jack Bauer cairia nas garras de um maníaco voyeur? Pois é, aqui Elisha Cuthbert (Jennifer Tree) sofre um bocado no pay-per-view privê.

O Diabo Veste Prada - divulgaçãoO Diabo Veste Prada - Miranda Priestly não precisa colocar a mão em ninguém para provocar terror. Basta apenas um olhar da célebre editora de moda vivida por Meryl Streep para fazer os subalternos confessarem até o que não fizeram.

Lost - divulgaçãoLost - Sayid (Naveen Andrews) é um dos mocinhos – ou pelo menos a gente acha isso –, mas tem um passado que o condena pra valer. Ele era o especialista em tirar informações da Guarda Republicana, o esquadrão de elite do Iraque gestão Saddam Hussein. Brinca com ele, vai.

Violência Gratuita - foto/divulgaçãoViolência Gratuita - No remake do filme alemão, aliás com o mesmo diretor, Michael Haneke, dois jovens sádicos chegam para zoar o barraco de uma família de classe média. Lembra de Laranja Mecânica?

Hellraiser - divulgaçãoHellraiser 5: A Porta do Inferno - Os cenobitas criados por Clive Barker são especialistas em tortura e não se metem onde não são chamados. Pediu? Agora aguenta a bucha.

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Após tropeços, Ben Affleck volta à boa forma

qui, 11/06/09 por monet | categoria Cinema, Entrevista, Especial | tags , , ,

Por Bruno Segadilha, de Los Angeles

Ben Affleck - foto/divulgaçãoApós amargar tropeços na carreira e virar chacota no mundo das celebridades, Ben Affleck mostra que é possível ir ao inferno e voltar com uma boa história para contar. Sentou-se pela primeira vez na cadeira de diretor no bem falado Medo da Verdade, estrela junto de Russell Crowe o filme Intrigas de Estado e volta ao radar dos grandes estúdios

Não existe fórmula para o sucesso. Taí um grandessíssimo clichê, uma obviedade sem tamanho. Mas essa talvez seja a melhor expressão para definir astros como Ben Affleck. Em 1997, aos 25 anos, ele recebeu, ao lado do amigo de infância Matt Damon, o Oscar de roteiro original por Gênio Indomável. A história do garoto com enorme talento para a matemática – mas nenhum traquejo social – agradou à Academia e fez Hollywood apostar todas as fichas nos dois. Damon engatou produções como O Talentoso Ripley, Syriana e a trilogia Bourne, e conquistou respeito de seus pares. Affleck estava num outro caminho, mas que parecia certo também.

Depois da estatueta, esteve em produções premiadas, como Shakespeare Apaixonado, e investiu em blockbusters da pesada, como Armageddon e Pearl Harbor. Mas em algum ponto tudo desandou. Sucessivas escolhas erradas, o desastroso relacionamento com a cantora Jennifer Lopez e atuações massacradas, como a do campeão do Framboesa de Ouro (aquele premiozinho que escolhe os piores do ano no cinema), Contato de Risco, deram à carreira de Affleck um certo ar de decadência, que desde então ele vem tentando modificar.

Ben Affleck - dirigindo “Medo da Verdade” - divulgaçãoA campanha para “limpar a barra” vem dando certo e tem rendido bons frutos. Um dos melhores exemplos é o longa Medo da Verdade, que colocou o ator atrás das câmeras, dirigindo e escrevendo o roteiro, e que estreou em junho na HBO. Casey Affleck (de filmes como O Assassinato de Jesse James e Onze Homens e Um Segredo), irmão de Ben na vida real, interpreta Patrick Kenzie, detetive particular que é contratado para investigar o sumiço de uma garota em um subúrbio de Boston. Acostumado a lidar com pequenas investigações, ele e sua parceira Angie (Michelle Monaghan) passam a enfrentar traficantes e a própria polícia para descobrir o paradeiro de Amanda (Madeline O’Brien), filha da viciada em drogas Helene, interpretada pela atriz Amy Ryan, que aliás foi indicada ao Oscar de atriz coadjuvante e ao Globo de Ouro pelo papel, em 2008.

“DRAMA É O GÊNERO NO QUAL ME SINTO À VONTADE. É UM TERRENO EM QUE SEI ME LOCOMOVER BEM”

Em seu primeiro longa como diretor, Ben Affleck preferiu esquecer o passado recente e investiu naquilo que sabe fazer, como ele mesmo explica. “Drama é o gênero no qual me sinto mais à vontade. É um terreno em que sei me locomover bem. E acho que todo bom drama tem um humor involuntário, como acontece em Medo da Verdade. Aquela situação toda, a maneira como os personagens reagem, aquilo carrega, de alguma forma, um humor.” O ator se refere aos desvarios de Helene e ao inocente pedantismo de Patrick, que, apesar da boa-fé em ir atrás da menina sequestrada, entra de gaiato em um plano que envolve gente graúda.

Seu próximo projeto como diretor se chama The Town, sobre um triângulo amoroso formado por um ladrão, uma gerente de banco e um agente do FBI. “Quero fazer algo totalmente diferente de Medo da Verdade, não pretendo ficar me repetindo. Decidi abrir o filme com uma grande cena de ação, um roubo alucinante. A única coisa em comum é que também vai se passar em Boston”, conta Affleck, que nos últimos anos vem atuando menos do que o habitual. Mas ele esclarece: “Não vou deixar de ser ator, simplesmente precisava de um tempo”.

Intrigas de Estado - divulgaçãoCABELOS BRANCOS – A folga imposta por ele mesmo acabou e agora o astro tem investido em papéis mais densos. Seu mais recente trabalho é o thriller Intrigas de Estado, que estreia nesta próxima sexta-feira, dia 12. O astro assume seus cabelos grisalhos para interpretar Stephen Collins, senador norte-americano que passa a ser investigado depois que sua amante morre em um acidente no metrô. O caso extraconjugal se transforma em uma crise política e vai parar nas manchetes de jornal, para desespero do político. Seu único apoio é o repórter investigativo Cal McAffrey (Russell Crowe), amigo de muitos anos, que fica dividido entre a apuração jornalística do caso e seus laços de amizade com Collins. Dirigido pelo britânico Kevin Macdonald (de O Último Rei da Escócia), o filme é uma adaptação da série homônima produzida pela rede BBC em 2003 e levanta uma discussão sobre os limites morais do jornalismo. É aquela velha história que todo mundo já discutiu numa mesa de bar: até onde vai o poder e o direito de se divulgar uma notícia, ainda que sem provas definitivas, para garantir o “furo”?

“Não sei julgar direito isso, e nem acho que o filme quer fazer julgamentos. A questão principal é perguntar se a mídia está promovendo um serviço ou um desserviço à população. Se os repórteres estão apurando direito para divulgar boas histórias ou se o que eles fazem é apenas fofoca para alimentar tablóides”, diz Affleck, tocando em um ponto delicado. Então ele classifica esse tipo de jornalismo como ruim? “Não posso falar, nunca trabalhei em uma redação e não sei a pressão que vocês sofrem. Acho que a internet está colocando muito veterano para suar, mas isso não é desculpa para uma busca desleal por informações que não são reais. A tecnologia está aí, vamos evoluir de forma saudável, acho que os bons repórteres continuarão tendo espaço, sempre”, defende, com a habilidade de quem não quer sair mal na fita.

Sobre suas inclinações políticas, Affleck diz que não pretende mais se envolver em eleições, como em 2000, quando trabalhou ativamente na campanha do então candidato Al Gore, derrotado nas urnas por George W. Bush. “Tentávamos levantar fundos para a campanha e, depois de um tempo, vi que era um trabalho muito mais burocrático e mecânico do que político. São pessoas que admiro, mas não é um estilo de vida que quero ter. Acho que não tenho vocação para isso. Meu talento é outro”, diz. Da vida de casado e das duas filhas com a esposa, a atriz Jennifer Garner, ele não deixa escapar um pio. Aprendeu que esse ramo é perigoso e pode lhe render apelidos indesejados, como “Bennifer“, da época em que namorava outra Jennifer, a Lopez, popstar que fez do relacionamento um espetáculo. “Só quero me manter longe dessas fofocas todas.” Para todo mundo, vale o princípio: é melhor trabalhar mais e falar menos. Mas essa é uma lição que geralmente se aprende quando se tem uns cabelos brancos para exibir.

* O jornalista viajou a convite da Paramount

Jornal britânico divulga lista dos melhores filmes de suspense

qui, 21/05/09 por monet | categoria Cinema | tags , ,

Psicose - Alfred Hitchcock - divulgaçãoO jornal britânico The Independent divulgou essa semana uma seleção dos 10 melhores filmes de suspense existentes. Dos títulos selecionados, nenhum é das décadas de 1970 e 1980. Os mais recentes da lista são Revelação (2000), O Sexto Sentido e Ecos do Além, ambos de 1999. E, segundo a publicação, dos melhores longas que nos causam emoções inevitáveis, o cineasta Alfred Hitchcock, mestre do gênero, é responsável por não menos do que metade deles.

Abaixo, os escolhidos (na ordem em que o jornal divulgou):

A Marca da Maldade (1958) – Orson Welles
Um Corpo Que Cai (1958) – Alfred Hitchcock
Psicose
(1960 e 1998) – Alfred Hitchcock e Gus Van Sant
Janela Indiscreta
(1954) – Alfred Hitchcock
Revelação
(2000) – Robert Zemeckis
O Sexto Sentido
(1999) – M. Night Shyamalan
Pacto Sinistro
(1951) – Alfred Hitchcock
Um Clarão Nas Trevas
(1967) – Terence Young
Ecos do Além
(1999) – David Koepp
A Sombra de Uma Dúvida
(1943) – Alfred Hitchcock

Qual destes é o seu predileto?

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TCM divulga lista dos 15 filmes clássicos mais influentes

ter, 14/04/09 por monet | categoria Cinema, Filme | tags ,

TCM - divulgaçãoPara celebrar os 15 anos do TCM (Turner Classics Movies), o canal apresentou uma lista com os 15 filmes clássicos mais influentes do cinema. A relação segue de acordo com a ordem cronológica e, segundo a emissora esclareceu, não se trata, necessariamente, dos títulos mais importantes, mas, sim, daqueles que moldaram o cinema e o público que os assistiram.

1. O Nascimento de uma Nação (1915), de D.W. Griffith
2. O Encouraçado Potemkin (1925), de Sergei M. Eisenstein
3. Metrópolis (1927), Fritz Lang
4. Rua 42 (1933), de Lloyd Bacon
5. Aconteceu Naquela Noite (1934), de Frank Capra
6. Branca de Neve e os Sete Anões (1937), de David Hand
7. …E o Vento Levou (1939), de Victor Fleming
8. No Tempo das Diligências (1939), de John Ford
9. Cidadão Kane (1941), de Orson Welles
10. Ladrões de Bicicleta (1948), de Vittorio De Sica
11. Rashomon (1950), de Akira Kurosawa
12. Rastros de Ódio (1956), de John Ford
13. Intriga Internacional (1959), de Alfred Hitchcock
14. Psicose (1960), de Alfred Hitchcock
15. Guerra nas Estrelas (1977), de George Lucas

Quantos filmes desta lista você já assistiu?

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O fantástico mundo de Tim Burton

sáb, 28/03/09 por Ana Elisa Faria | categoria Cinema, Mais MONET | tags ,

Tim Burton - divulgaçãoComo você viu na edição de março da MONET, a cabeleira sempre bagunçada não é a única marca registrada de Timothy William Burton, um dos mais originais e estrambólicos diretores de Hollywood. Personagens esquisitões em histórias igualmente excêntricas passadas em cenários sombrios ou excessivamente coloridos também permeiam os seus filmes e aqui você confere um pouco sobre alguns deles.

Vincent - divulgaçãoVincent (1982) - O primeiro trabalho do cineasta foi esse curta-metragem em stop-motion. De ares góticos, conta a história do encantador menininho (que dá nome ao filme) de 7 anos fã de Edgar Allan Poe e que tinha o sonho de ser como o ícone do cinema de horror, Vincent Price, que, por sinal, narra a animação. Clique aqui para assistir.

Ed Wood - capa DVD - divulgaçãoEd Wood (1994) - Com Johnny Depp no papel principal, Burton retratou a vida do considerado o pior diretor de todos os tempos, Edward Davis Wood Jr. O filme se concentra mais nos anos 1950, quando ele fez seus piores trabalhos e se envolveu com uma turma de atores desequilibrados, entre eles Bela Lugosi , vivido por Martin Landau, que ganhou o Oscar de melhor ator coadjuvante pelo personagem.

edward.jpgEdward Mãos de Tesoura (1990) - A primeira parceria entre Tim Burton e Johnny Depp foi um sucesso, principalmente pela empatia do público com o bizarro personagem-título. O inventor (Vincent Price) que criou Edward morreu antes de lhe dar mãos mas, no lugar delas, o jovem ficou com tesouras, o que atrapalhava sua aproximação dos humanos.

Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da rua Fleet - divulgaçãoSweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da rua Fleet (2007) - Depois de passar anos trancafiado na prisão, o injustiçado barbeiro Benjamin Barker (Johnny Depp) retorna, com sede de vingança, a uma sombria Londres. Como Sweeney Todd, ele se une à misteriosa mrs. Lovett - vivida por Helena Bonham Carter, que por coincidência (ou nem tanto) é casada com Tim Burton -, uma perita em fazer tortas com ingredientes escusos. O filme é composto por uma atmosfera cinzenta que se colore aos poucos com sangue, propositalmente mais vermelho, obtido cada vez que um cliente resolve se sentar na cadeira do demoníaco barbeiro. Mas nem só de mortes Sweeney Todd é feito, além de tudo isso, o casal protagonista canta e dança ao velho estilo (não tão apreciado) dos musicais.

A Fantástica Fábrica de Chocolate - divulgaçãoA Fantástica Fábrica de Chocolate (2005) - O remake de Burton do filme de 1971 transformou Willy Wonka, aqui vivido por Johnny Depp, em alguém muito intrigante e até um pouco tenebroso, porém, também deu uma versão bem mais colorida e apetitosa.

Peixe Grande - divulgaçãoPeixe Grande (2003) - Este longa fantasioso é campeão de personagens para lá de esquisitos como o gigante Karl (Matthew McGrory), a bruxa com um olho de vidro tão poderoso que enxerga o futuro (Helena Bonham Carter) e as gêmeas coreanas Ping e Jing (Ada Tai e Arlene Tai).

Os Fantasmas se Divertem - divulgaçãoOs Fantasmas se Divertem (1988) - Vencedor do Oscar de melhor maquiagem, este filme mistura acontecimentos sobrenaturais com comédia impagável. Michael Keaton é Beetlejuice, um bio-exorcista que foi contratado por um casal de fantasmas para expulsar de sua casa uma família de novos ricos que tomou conta do pedaço.

Qual destes filmes de Tim Burton é o seu predileto?

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Divulgada primeira imagem da Alice de Tim Burton

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“Quem Quer Ser um Milionário” é o grande vencedor do Oscar

seg, 23/02/09 por Ana Elisa Faria | categoria Oscar | tags ,

Danny Boyle - Oscar 2009 - APCom inovações e Hugh Jackman no comando da 81ª edição do Oscar, o filme do inglês Danny Boyle, Quem Quer Ser um Milionário?, foi o destaque da noite, conquistando 8 estatuetas, inclusive, as de melhor filme e direção. Como prometido pelos organizadores da cerimônia, Jackman cantou e dançou ao modo dos antigos musicais, com participações especiais de Vanessa Hudgens, Zac Efron, Amanda Seyfried e Beyoncé Knowles.

O ator australiano começou seu texto falando da crise mundial e, logo depois, fez um mini-show com cenários que remetiam e satirizavam os principais filmes concorrentes aos prêmios. Até a atriz Anne Hathaway deu uma palhinha na hora de “brincar” com Frost/Nixon, de Ron Howard.

Quase não tiveram surpresas nas escolhas feitas pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Talvez a zebra deste Oscar tenha sido na categoria de filme estrangeiro, que tinha por favorito o israelense Valsa com  Bashir, mas quem acabou ganhando foi o japonês Departures, de Yojiro Takita.

Conforme as expectativas, Kate Winslet (O Leitor) e Sean Penn (Milk - A Voz da Igualdade) levaram os prêmios de melhor atriz e ator, respectivamente. Penn fez um dos discursos mais emocionantes ao falar sobre casamento gay, a eleição de Barack Obama e, ao final, homenageou o amigo Mickey Rourke, indicado por O Lutador. Penélope Cruz, vencedora na categoria de atriz coadjuvante por Vicky Cristina Barcelona, também comoveu ao agradecer Woody Allen pelo papel, Pedro Almodóvar por colocá-la no cinema e terminou sua fala agradecendo em espanhol.

Heath Ledger, morto em janeiro do ano passado, como mais do que esperado e sabido, levou o Oscar póstumo de ator coadjuvante por seu Coringa em Batman - O Cavaleiro das Trevas, de Christopher Nolan. Os pais e a irmã do ator discursaram, emocionados, e agradeceram a estatueta de Ledger.

Um dos momentos mais cômicos da cerimônia ficou por conta de Ben Stiller, que ao lado de Natalie Portman, entrou no palco “fantasiado” de Joaquin Phoenix, numa sátira aberta ao ator. Há algumas semanas Phoenix, que diz ter abandonado a carreira de ator para se tornar rapper, participou do programa Late Show, de David Letterman, com barba e cabelos, igualmente, bagunçados e sem corte, completamente desleixado e transparecendo estar sob efeito de drogas. Stiller, devidamente caracterizado e interpretando, soube usar o acontecimento para arrancar muitas risadas no Kodak Theatre.

Veja quem foram os vencedores do Oscar 2009:

Melhor filme:
Quem Quer Ser um Milionário?

Melhor ator:
Sean Penn - Milk - A Voz da Igualdade

Melhor atriz:
Kate Winslet - O Leitor

Melhor diretor:
Danny Boyle - Quem Quer Ser um Milionário?

Melhor filme em língua estrangeira:
Departures, de Yojiro Takita (Japão)

Melhor canção original:
“Jai Ho” de A.R. Rahman - Quem Quer Ser um Milionário?

Melhor trilha sonora original:
A.R. Rahman - Quem Quer Ser um Milionário?

Melhor edição:
Quem Quer Ser um Milionário?

Melhor mixagem de som:
Quem Quer Ser um Milionário?

Melhor edição de som:
Batman - O Cavaleiro das Trevas

Melhores efeitos Visuais:
O Curioso Caso de Benjamin Button

Melhor documentário de curta-metragem:
Smile Pinki, de Megan Mylan

Melhor documentário de longa-metragem:
Man on Wire, de James Marsh e Simon Chinn

Melhor ator coadjuvante:
Heath Ledger - Batman - O Cavaleiro das Trevas

Melhor curta-metragem:
Spielzeugland (Toyland), de Jochen Alexander Freydank

Melhor fotografia:
Quem Quer Ser um Milionário? - Anthony Dod Mantle

Melhor maquiagem:
O Curioso Caso de Benjamin Button

Melhor figurino
:
A Duquesa

Melhor direção de arte:
O Curioso Caso de Benjamin Button - Donald Graham Burt e Victor J. Zolfo

Melhor animação de curta-metragem:
La Maison en Petits Cubes, de Kunio Kato

Melhor longa de animação
:
Wall-E

Melhor roteiro adaptado:
Quem Quer Ser um Milionário?

Melhor roteiro original:
Milk - A Voz da Igualdade - Dustin Lance Black

Melhor atriz coadjuvante:
Penélope Cruz - Vicky Cristina Barcelona

Leia mais sobre o Oscar 2009:

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Os esnobados e as zebras dos indicados ao Oscar 2009

Hugh Jackman promete muita cantoria e dança na cerimônia do Oscar

Quem Quer Ser um Milionário? é o grande vencedor do Oscar inglês

seg, 09/02/09 por monet | categoria Cinema, Premiação | tags , , ,


O diretor inglês Danny Boyle com um dos seus 7 troféus na mãoA  premiação mais importante do cinema britânico, o Bafta (Britsh Academy of Film and Television Arts), também considerado como um dos termômetros do Oscar, aconteceu ontem (8) diretamente de Londres. Quem Quer Ser um Milionário?, que tinha empatado em 11 indicações com O Curioso Caso de Benjamin Button, foi o grande vencedor, levando 7 prêmios, dentre eles o de melhor filme e diretor. Kate Winslet foi coroada melhor atriz por O Leitor  e Mickey Rourke, de O Lutador, levou a melhor entre os homens.

 

Confira, abaixo, todos os premiados:

 

Filme: Quem Quer Ser um Milionário?

 

Diretor: Danny Boyle, por Quem Quer Ser um Milionário?

 

Ator: Mickey Rourke, por O Lutador

 

Atriz: Kate Winslet, por O Leitor


Ator coadjuvante: Heath Ledger, por Batman - O Cavaleiro das Trevas

 

Atriz coadjuvante: Penélope Cruz, por Vicky Cristina Barcelona

 

Prêmio Carl Foreman: Steve McQueen, por Fome

 

Filme britânico do ano: Man on Wire, de James Marsh

 

Filme em língua não inglesa: Il y a Longtemps que Je T’aime, do francês Philippe Claudel

 

Filme de animação: Wall-E, de Andrew Stanton

 

Roteiro adaptado: Simon Beaufoy, por Quem Quer Ser um Milionário?

 

Roteiro original: Martin McDonagh, por Na Mira do Chefe

 

Música: A.R. Rahman, por Quem Quer Ser um Milionário?

 

Fotografia: Anthony Dod Mantle, por Quem Quer Ser um Milionário?

 

Montagem: Chris Dickens, por Quem Quer Ser um Milionário?

 

Diretor de arte: Donald Graham Burt e Víctor J. Zolfo, por O Curioso Caso de Benjamin Button

 

Figurino: Michael O’Connor, por A Duquesa

 

Som: Quem Quer Ser um Milionário?

 

Efeitos especiais: O Curioso Caso de Benjamin Button

 

Maquiagem: O Curioso Caso de Benjamin Button

 

Curta de animação: Wallace and Gromit: A matter of Loaf and Death

 

Curta-metragem: September, de Stewart le Maréchal e Esther May Campbell


Prêmio à contribuição ao cinema britânico: Estúdios Pinewood

 

Prêmio de Honra da Academia: Terry Gilliam

McConaughey quer se mudar para o Brasil

qua, 23/07/08 por monet | categoria Projetos | tags ,

Ao revelar as fotos do filho na revista Ok!, o ator Matthew McConaughey afirmou em entrevista que tem planos de mudar para o Brasil, dessa forma o bebê que teve com a modelo e namorada Camila Alves poderá aprender um pouco sobre sua herança.

O ator disse que nunca visitou o país da namorada e que seria uma nova experiência tanto para ele quando para Levi, seu primeiro filho. “Camila é do Brasil, mas eu nunca fui lá. Nós queremos estabelecer algum tipo de vida lá porque nós queremos que Levi absorva a cultura do lugar de onde sua mãe veio”, afirma o ator. “Cultura é algo importante para nós dois”.

A data da mudança ainda não foi determinada.


O novo Capitão América?

sex, 13/06/08 por monet | categoria Especulação | tags , ,

Primeiro Homem de Ferro e a agora O Incrível Hulk. Pouco a pouco a Marvel Studios vem caminhando em direção ao filme da equipe Os Vingadores. Mas a equipe não seria nada sem seu líder: o Capitão América.

O roteiro do supersoldado está sendo escrito por David Self, mas ainda deve sofrer várias modificações já que o filme só vai estrear em 2011 com o título The First Avenger: Captain América.

Há pouco tempo vários rumores surgiram sobre a aparição do herói no filme do Hulk, mas quem assistiu ao longa sabe que isso não acontece. Material extra que o estúdio resolveu excluir?

Enquanto isso os executivos da Marvel começam a discutir possíveis atores para viver Steve Rogers, o Capitão América das HQs. O primeiro nome a virar alvo da boataria nos sites especializados foi Matthew McConaughey. E agora quem pode viver o personagem segundo esses mesmos boatos é Leonardo DiCaprio.

Nada está confirmado e a Marvel ainda não fez nenhuma proposta concreta pra nenhum dos atores.

E você? O que acha? Qual dos dois ficaria melhor empunhando o escudo do herói?


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