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Scarlett no vídeo… Musical

qua, 30/04/08 por monet | categoria Vídeo

Scarlett Johanson pode ser vista agora no youtube em seu mais recente filme… Calma! Não estamos falando de Vicky Cristina Barcelona, novo filme de Woody Allen estrelado pela atriz, mas de seu primeiro videoclip para o CD Anywhere I Lay My Head, sua iniciação no mundo musical. Nele, Scarlett regravou canções do veterano Tom Waits, e abaixo você confere o vídeo de “Falling Down”.

Então fez-se em High Definition

seg, 28/04/08 por monet | categoria Telecine

A Rede Telecine passará a exibir suas estréias em alta definição no Globosat HD, em São Paulo e Belo Horizonte, tornando-se o primeiro canal de filmes a transmitir sinal digital em alta definição. “Temos o melhor do cinema em primeira mão, com a melhor tecnologia de som e imagem disponível no mundo” afirma Flávia Hecksher, gerente de trade marketing da Rede Telecine.

Serão exibidos dois filmes do Telecine Premium por dia no Globosat HD, simultaneamente às transmissões do Telecine Premium. O canal terá a sessão Superestréia todo sábado, às 22h, lançando pela primeira vez na TV brasileira sucessos recentes, como “007 – Cassino Royale” (foto) e “Separados pelo casamento”, além de estrear ao longo desse e do próximo ano os vencedores do Oscar 2008, como “Juno” e “Elizabeth: A Era de Ouro”.

A novidade logo chegará ao Rio de Janeiro.

Em busca da terra prometida

sex, 25/04/08 por monet | categoria MGM

Estréia em maio, no canal MGM, a minissérie “Exodus – Ada’s dream”, que narra a história de Ada Sereni, uma mulher que deixa seus três filhos na Palestina a procura de seu marido desaparecido na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. O que seria uma busca pessoal torna-se uma batalha para a repatriação de judeus até a terra prometida.

Uma produção da TV italiana Raí, “Exodus” mostra como Ada, interpretada por Monica Guerritore (foto), ajudou no resgate dos judeus sobreviventes do Holocausto e seu envolvimento com o movimento Alyah Bet (imigração clandestina para a Palestina realizada entre 1933 e 1948).

A minissérie “Exodus” estréia em maio no canal MGM dividida em duas partes. Confira abaixo os horários e os dias.

Parte I

DATA

HORÁRIO

03.05.08

22h

04.05.08

18h

14.05.08

19h45

15.05.08

16h45

24.05.08

19h45

25.05.08

16h45

30.05.08

20h

31.05.08

15h

Parte II

DATA

HORÁRIO

05.05.08

22h

06.05.08

16h45

15.05.08

19h

16.05.08

17h10

25.05.08

19h

26.05.08

17h30

30.05.08

22h15

31.05.08

17h15

Capa de Maio

qui, 24/04/08 por monet | categoria MONET 62

A MONET de maio já chegou aqui na redação e arrancou elogios de todos. Mas enquanto ela continua um mistério para os leitores, queremos saber qual das capas que nós imaginamos para essa edição você mais gosta. A gente já escolheu a oficial, agora resta saber qual você escolheria. Mande-nos um e-mail ou comentário com sua opção preferida (clique na capa aumentar a foto) .

(1)Opção 4 (2)Opção 3

(3)Opção 2 (4)Opção 1

Engraçado, de tão miserável

ter, 22/04/08 por monet | categoria Seriados

 

Nada de saudosismo. James Gandolfini garante que não sentirá falta de Tony Soprano, o personagem que fez dele um dos rostos mais reconhecidos da história da TV. “Depois de percorrer um longo caminho, o melhor a fazer é não olhar para trás’’, diz o ator de 45 anos, que desde 1999 seduz os telespectadores na pele do mafioso violento, corrupto e, ao mesmo tempo, irremediavelmente humano. “Já estava na hora de aposentar Tony. Será um alívio parar de bater e de gritar com os outros diariamente.’’

 

A cara de poucos amigos, o olhar desconfiado e o jeito caladão até podem lembrar o protagonista da aclamada série “Família Soprano’’, do canal HBO. Mas Gandolfini é o primeiro a sugerir que tudo não passa de um mecanismo de autodefesa – provavelmente para encobrir a sua timidez. “Nunca me senti à vontade para falar de mim mesmo.’’ A seguir, os principais trechos da entrevista que o ator concedeu enquanto ainda rodava a sexta e última temporada da série, a quinta melhor de todos os tempos, segundo a votação de capa da revista MONET.

 

Pelo seu desempenho tão realista na pele de Tony Soprano, sente que intimida as pessoas nas ruas?

Sim. Durante uns três segundos aqueles que me vêem pela primeira vez costumam ver primeiro o personagem. Mas logo percebem que não sou tão durão quanto Tony. Se bem que eu já assustei um cara que batia à porta de um vizinho meu, no condomínio onde moro. Como ele esmurrava a porta, saí do meu apartamento irritado, vestindo só um roupão branco. E foi impagável ver a cara dele, quando me viu… Ele ficou imóvel e com uma expressão de pavor. Deve ter pensando que eu era o Tony Soprano (risos).

 

Como vai se despedir de um personagem tão intenso, com quem conviveu por tanto tempo?

Foram longos sete anos da minha vida, sendo nove meses por ano vivendo na mente problemática de Tony. Não estou reclamando. Até porque adoro os membros da equipe técnica e os atores com quem trabalho. Nós nos divertimos muito. Não trocaria por nada nesse mundo a experiência que ganhei na série. No entanto, estou pronto para dizer adeus. Tony é um poço de raiva, o que me obriga a conviver com esse sentimento. E depois de um tempo confesso que sinto o peso de Tony nos meus ombros. Há ainda a sensação de que já fiz tudo o que podia no papel, já o explorei à exaustão. Também gosto muito do processo de pesquisa de novos personagens, o que me permite abrir meus horizontes. Quero partir para outra.

 

Como explica o sucesso de “Família Soprano’’, uma série vista em mais de 40 países?

O roteiro é inteligente e muito bem escrito. São situações reais e não situações criadas especialmente para TV. O público conhece a diferença.

 

O que espera profissionalmente da fase pós-“Família Soprano”?

Não espero muito. Só quero ter a chance de fazer o trabalho que me interessar. Se fizer dois filmes por ano, ótimo. Não importa que sejam filmes pequenos. Só quero me manter ocupado, mas sem precisar passar nove horas por dia na pele de um personagem só. Todo ator que já trabalhou em seriado com exibição de uma hora por semana sabe como a nossa rotina é intensa e estressante.

 

Acha que ficará estigmatizado no papel do chefão mafioso?

Antes de “Família Soprano’’, recebia ofertas diversificadas. Porém, não eram muitas. Agora o número de convites aumentou. O problema é justamente o estigma. Surgem muitas ofertas para encarnar tipos valentões e complicados.

 

Tony Soprano não deixa de ser um personagem engraçado… Isso não lhe abre portas para atuar em comédias no cinema?

Dificilmente. Até porque Tony só tem graça de tão miserável, obscuro e atormentado que ele é (risos). Coitado…

 

A exemplo do personagem, já fez terapia?

Não. Mas aposto que me faria bem…

 

O que já tem engatilhado profissionalmente? Algo que fuja da violência talvez?

Minha produtora está associada ao canal HBO para a realização do documentário “Occupation Iraq’’, sobre os soldados que vivenciaram a guerra. Como ator, estou envolvido no projeto de uma cinebiografia sobre Ernest Hemingway, onde interpreto o escritor. Espero ter a chance de mostrar uma faceta nova, a de um autor mergulhado num tumultuado romance com uma correspondente de guerra (Martha Gellhorn), nos anos 30 e 40. A violência daqui nem se compara à de “Família Soprano’’. Isso, porém, nunca me incomodou muito na série. Acho que em 99% dos casos, ela é justificada. E sempre há conseqüências.

 

Qual o sentimento que levará de “Família Soprano’’?

Sinto que fiz um bom trabalho e aprendi muito. Principalmente sobre mim mesmo. Não me considerava um ator profissional quando iniciei a série. Talvez eu ainda não seja. Mas agora estou pelo menos mais perto.

 

por Elaine Guerini, de Los Angeles

“Vocês não estão entendendo nada”

ter, 22/04/08 por monet | categoria Uncategorized

No “Histórias (Inventadas) da Televisão” da edição de abril, o humorista Arnaldo Branco contou um obscuro causo que teria ocorrido no III Festival Internacional da Canção, em 1968. Se “Corte Esse Cabelo Ridículo” realmente foi inscrita no evento, ninguém pode dizer. Mas dá para afirmar algumas verdades sobre o FIC daquele ano.

O que de mais célebre ocorreu, aconteceu nas eliminatórias. Caetano Veloso, acompanhado dos Mutantes, apresentava, em São Paulo, pela segunda vez, sua marchinha ultrapsicodélica “É Proibido Proibir”, inspirada nas revoltas nas ruas de Paris. Gilberto Gil havia sido eliminado do festival, com a hendrixiana “Questão de Ordem”. Caetano subiu ao palco disposto a provocar: ele e a banda, vestidos de plástico, como Ets supersônicos, com um hippie sem cabelos gritando urros incompreensíveis. No meio da música, em vez dos trechos de “Mensagem” de Fernando Pessoa, Caetano se dirigiu à platéia e ao júri propondo sua desclassificação: “Vocês têm coragem de aplaudir este ano uma música que vocês não teriam coragem de aplaudir no ano passado! São a mesma juventude que vai sempre, sempre, matar amanhã o velhote inimigo que morreu ontem… Vocês não estão entendendo nada, nada, nada. Absolutamente nada!… O problema é o seguinte: estão querendo policiar a música brasileira. Mas eu e o Gil já abrimos caminho… Eu e ele, tivemos coragem de enfrentar em todas as estruturas e sair de todas. E vocês? Se vocês em política forem como em estética, estamos feitos! Me desclassifiquem junto com Gil!”

Aquilo foi um golpe duríssimo contra a credibilidade dos festivais. O próprio Brasil vivia em convulsão, dividido pela idéia do “Brasil Grande” e pelo recrudescimento do golpe militar de 1964. A vitória de “Sabiá” (de Tom Jobim e Chico Buarque) sobre “Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores”, de Geraldo Vandré, ajudou a esquentar a discussão sobre o “engajamento” da música brasileira. Aquele seria o último festival da “era de ouro” dos festivais.

Confira abaixo uma reportagem retrospectiva do “Vídeo Show” sobre o III Fic:

“E o que a senhora poderia dizer das lésbicas?”

sex, 18/04/08 por monet | categoria Canal Brasil | tags

Preview (em duas partes) do talk-show do Mojica, “O Estranho Mundo de Zé Do Caixão”. Estréia semana que vem, dia 26, no Canal Brasil. À meia-noite, evidentemente.

 

A segunda parte é esta aqui, ó

A “montanha russa” dos Simpsons

seg, 14/04/08 por monet | categoria Seriados

Os parques temáticos da Universal Studios da Flórida e da Califórnia vão inaugurar, até julho, a atração Simpsons The Ride. Trata-se de um grande simulador que leva seus passageiros para um passeio veloz em Springfield, a bordo de assentos especiais que reproduzirão movimentos de uma montanha-russa. Em uma tela panorâmica, será projetado um filme com os personagens da série. O brinquedo vai ocupar o lugar de Back To The Future: The Ride, desativado desde o ano passado. Quem deve ficar um pouco decepcionado com a novidade são os fãs de montanhas-russas, que certamente prefeririam brincar nos cenários de Matt Groening sentindo friozinho na barriga e vento no rosto. Para os que estão indo para os EUA e estão em busca de fortes emoções, a dica é mesmo procurar parques especializados no assunto como o Bush Gardens ou o Six Flags, que têm filiais em vários Estados do país. Lá os aficionados por loopings terão opções até dizer chega. Quem quiser saber mais sobre Simpsons The Ride pode acessar o site oficial. O endereço ainda não tem muita informação, mas o vídeo aí em baixo dá uma idéia do que está por vir

Siglas dos canais

qui, 10/04/08 por monet | categoria Erramos | tags

Na edição da MONET que está em bancas, em meio à montanha de novidades na revista, uma delas acabou escapando do nosso olhar. E causou um rebuliço enorme, que levou muitos leitores a escrever protestando, com toda razão. Esse erro diz respeito às siglas que identificam alguns canais.

O que aconteceu foi o seguinte: em diversos lugares do Superguia, nós nos referimos aos canais pelas siglas, de três letras, com que são conhecidos. Em dezembro último, a pedido de alguns canais, nós mudamos essa identificação. Na hora de desenhar o novo projeto da MONET, aconteceu o erro: nós usamos nos textos as siglas atuais, mas usamos na capa do Superguia (pág. 66) uma tabela antiga, com as siglas caducas. O problema já foi corrigido para a edição de maio, mas, para amenizar o transtorno que já foi causado, aqui vão as siglas corretas:

  • O canal FAM a que o guia se refere é o HBO Family (canal 74).
  • O canal PLU é o HBO Plus (canal 72)
  • MAX é o Cinemax (CMX, 75)
  • TCC é o Telecine Cult (canal 65)
  • PRI é o Max Prime (canal 76)

Desculpem-nos pelo descuido e obrigado aos que escreveram com puxões de orelhas. A participação dos leitores é fundamental, como sempre.

Sitcom à brasileira

ter, 08/04/08 por monet | categoria Entrevista | tags , , , , ,

Entre as 100 melhores séries de todos os tempos publicadas pela MONET, nove posições são ocupadas por séries brasileiras. Um desempenho razoável, mas não exatamente o que esperava um ilustre leitor da revista. Afinal, faltava a histórica série Alô, Doçura!, a primeira sitcom brasileira, exibida pela TV Tupi entre 1953 e 1964. Esse leitor é o ator John Herbert (foto), 78 anos, um dos protagonistas do programa junto com (sua então esposa) Eva Wilma. Herbert Como não poderia deixar de ser, aproveitamos o contato de Herbert para saber mais sobre a série que nossos votantes esqueceram:

Como era fazer sitcom no Brasil nos anos 50?

Alô, Doçura!
abordava a realidade de uma cidade grande como São Paulo e era um casal vivendo personagens diferentes. Era um homem e uma mulher que se encontravam e interagiam dentro desse contexto de grande cidade. A série abordava muito a realidade da época. Era sempre um casal diferente que se encontrava, então podia de tudo. O incrível foi como a idéia do Cassiano (Gabus Mendes, diretor) pegou. Aliás, até hoje não fizeram justiça a quem foi Cassiano Gabus Mendes na televisão brasileira. Ele foi o esteio da Tupi. Foi quem bolou o que chamamos hoje de “grade” de programação da televisão brasileira. A idéia foi baseada em um programa de rádio do pai dele, Otávio Gabus Mendes. A série era exibida duas vezes por semana, terças e quintas, depois do jornal das oito. Realmente parava São Paulo. E era televisão ao vivo. Naquela época nada era gravado, fizemos o programa por seis anos ao vivo.

O senhor poderia recordar alguma das situações do programa?

Nós éramos casados, ela estava grávida e tinha vontades. E de repente, à noite ela fala: “Eu quero comer terra do Morumbi”. Como assim terra do Morumbi, o que é que é isso?! De qualquer forma, eu vou lá, pego terra do Morumbi, volto e entrego a ela. E ela me pergunta “Como é terra do Morumbi? É bom?”, e eu “Não, tem gosto de terra”. “Então eu não quero” ela rematava (risos). Havia muitas situações engraçadas.Às vezes, sérias.

E todo esse material se perdeu?

A TV Tupi, como oBrasil, não guardava nada. Não há um só registro do Alô, Doçura! Alguns trechos podem ser encontrados com a TV Cultura e o Canal Brasil (de pouco menos de dois minutos). Só a geração de 50 e 60 lembra do Alô, Doçura!. Era o maior ibope daquela época, naquele horário. Foi um descaso. Na Tv Tupi se sucediam muitos diretores e podia chegar um que pedia para apagar as gravações. Sempre havia problemas financeiros, então muitos gravavam em cima para reaproveitar as fitas.

O Alô, Doçura! se inspirou em algum sitcom americano?

Não. Há uma série que aconteceu em paralelamente ao Alô, Doçura! que foi I Love Lucy (22º lugar na votação da MONET), da mesma época, mas não serviu de inspiração. Foi coincidência. Os dois se desenvolveram juntos. A diferença é que os americanos guardaram tudo e reproduzem até hoje.

Como eram as gravações?

Os episódios eram feitos no Rio. Nós pegávamos um avião na quarta à tarde, ensaiávamos e gravávamos o episódio, ao vivo, e voltávamos de madrugada no famoso “Corujão”. Depois de 4, 6 anos, começamos a gravar. Era um sucesso tão grande, que quando a Eva e eu nos casamos em 1955, não havia lugar para os nossos convidados porque desde as 8h da manhã a igreja estava lotada de fãs!

Atualmente o senhor assiste a alguma dessas séries americanas?
É difícil eu assistir televisão. Sou mais de leitura. Acompanho as séries da Globo porque estou lá. Dou uma olhada, mas não todo dia. Mas os americanos fazem séries muito boas. Eu assistia muito a Friends (4ª colocação na nossa lista) e Seinfield (1º lugar). Mas não acompanho nenhuma de fato.

Entrevista conduzida por Rafael Teixeira, especial para MONET.

E você, leitor, sentiu falta de alguma série na nossa lista? Então vote em sua favorita e ainda concorra a um superprêmio!


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